Carlos Drummond de Andrade (1902–1987) foi o poeta mais influente do modernismo brasileiro. Irônico, melancólico e profundamente humano, escreveu versos que misturam o cotidiano, a política e a reflexão sobre o tempo e a solidão.
Drummond não buscava adornos: sua força está na clareza e na precisão da palavra, na capacidade de tornar o banal eterno e o íntimo universal. A sua poesia fala sem rodeios, corta sem ferir à toa e continua a marcar gerações.

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