António Nobre (1867–1900) foi poeta português, sensível e melancólico, símbolo do romantismo tardio e da saudade. Fragilizado pela saúde e pela vida, transformou dor, solidão e nostalgia em versos delicados e intensos.
Escreveu apenas um livro, Só, mas nele cabem universos inteiros de emoção. Nobre não se perdeu em grandiloquência: cada poema é íntimo, quase confidencial, mas ressoa a fragilidade e a beleza humanas de forma inesquecível.

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