Senhora dona Morte,
já te conheço o abraço. E a tua mão, que nos guia, passo a passo.
Espero cumprir o que tinhas em mente. Sabes que ainda não te posso oferecer vestes dignas nem joias raras. Mas estou aqui, como sempre, a aguardar-te. Feito de erros, é certo, mas disponível para te fazer torradas pela manhã. E café.
Estive a pensar, e creio que a Florbela gosta de raves. Nas caves mais escuras.