o caos. Uma inevitável confusão da sempre má e prérfida razão. Essa minha inimiga, de tão longa data.
No início, espera-se sempre um qualquer tipo de introdução, quiçá previsão, do que ainda está para acontecer. O que virá para se ver. Mas não creio que seja assim tão fácil quanto isso. Até porque os dedos estão, inevitavelmente, presos após tantos esforços, como os que estes sofreram nos últimos meses.
O longo-prazo, perdeu, definitivamente, a validade. E com isto, sem vergonha ou vaidade, os Eulogismos regressam-me da cabeça para os teus olhos, sem saber muito bem para onde vamos, vamos somente. Até que um qualquer fim suficientemente cinematográfico, chegue.