Pelo meu nariz

cheiro a desconfiança de estranhos que haverão, inevitavelmente, se tornar, desconhecidos conhecidos. Cheiro perfumes baratos, perfumes caros… e até, simples e quase incomodativo suor.

Pelo meu nariz, vem inspiração que se julga não o ser. Não vêm perfumes, nem contos de fadas tranformados em fodas afiadas, ó, degeneradas mentes sempre quentes, mesmo quando está um frio do caralho.

Agora, meus caros e sempre preocupados colegas da cadeia de evolução, estamos cá todos, à procura de salvação. Ninguém gosta de morrer sozinho, disse-me o meu primeiro e único prefessor de psicologia. Ele morreu.
E tu, o que vês na Ruína? Salvação heróica ou simples espaço para percebes a perene idade que não perdoa?

One Response to “Pelo meu nariz”

  1. Telma says:

    fez-me pensar bastante.

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