cheiro a desconfiança de estranhos que haverão, inevitavelmente, se tornar, desconhecidos conhecidos. Cheiro perfumes baratos, perfumes caros… e até, simples e quase incomodativo suor.
Pelo meu nariz, vem inspiração que se julga não o ser. Não vêm perfumes, nem contos de fadas tranformados em fodas afiadas, ó, degeneradas mentes sempre quentes, mesmo quando está um frio do caralho.
Agora, meus caros e sempre preocupados colegas da cadeia de evolução, estamos cá todos, à procura de salvação. Ninguém gosta de morrer sozinho, disse-me o meu primeiro e único prefessor de psicologia. Ele morreu.
E tu, o que vês na Ruína? Salvação heróica ou simples espaço para percebes a perene idade que não perdoa?
fez-me pensar bastante.