Vejo todos os meus velhos companheiros ainda mais envelhecidos do que alguma vez esperei ver. Estão perfurados, esburacados por balas de tédio disparadas de canos sujos de uma DDV 6. Sinto-os conformados, cansados de festejar por motivo algum e sem qualquer vontade de afogar as mágoas que resultam da falta desta. Estão mortos, e caminham, ainda.
Penso-os com verdadeiro desgosto enquanto fumo o único cigarro, com um gosto amargo a ter que ser, efectivamente, o último. Amanhã acorda-se cedo.
Estou tão, talvez mais, podre do que eles. E agora, começo a importar-me. Começo a não querer o contemplar reflectivo das ruínas, mas antes a destruição de tudo, até que tudo fique ruínas para eu contemplar e reiniciar o círculo uma e outra vez.