Mário de Sá-Carneiro (1890–1916) foi poeta e prosador português, figura central da Geração de Orpheu e do modernismo. Intensamente sensível, inquieto e atormentado, explorou a identidade, a angústia existencial e o desespero em versos e prosa que queimam com emoção e lucidez.
A sua obra, curta mas poderosa, reflete uma vida em ruptura com a norma, marcada pelo excesso, pela paixão e pela consciência da finitude. Sá-Carneiro escreveu para sentir e para expor a profundidade do eu, deixando uma marca indelével na literatura portuguesa.
